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Aislane Pinto.


05/10/2009

ADESÃO À NOTA ELETRÔNICA É BAIXA

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De fato a Nota Fiscal Eletrônica ainda é um mistério para uma parte considerável das empresas brasileiras, mas é importante que todos a conheça e verifique se a atividade da empresa está ou não obrigada a emiti-la, e sem contar que o conhecimento de certa forma é uma defesa, até por que a tendência é que a ficalização fique cada vez mais rigida. Então para quê ter custos com pagamento de multas se pode economizar investindo em programas que aderem tal projeto?
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A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ainda é um mistério para uma parte considerável das empresas brasileiras. A adesão ao projeto deslanchou em São Paulo e no Amazonas. Nos demais Estados, o percentual de participação dos empresários obrigados a emitir o documento varia entre 40% e 60%, segundo o coordenador técnico nacional do projeto, Álvaro Bahia. A NF-e já é obrigatória para empresas em mais de cem atividades econômicas.
O baixo percentual de adesão das empresas à NF-e não preocupa o coordenador do projeto, iniciado de forma experimental em 2006. Essas empresas terão que se adaptar de uma forma ou de outra. Até porque deve haver uma atuação mais firme da fiscalização e o próprio mercado passará a pressionar pela adesão, diz Bahia.
Até o fim de 2010, todas as indústrias e o comércio atacadista e de distribuição deverão passar a utilizar a nota fiscal eletrônica, segundo a previsão firmada no protocolo de ICMS nº 42, de julho de 2009. Com a ampliação da utilização da nota eletrônica, os próprios contribuintes deixarão de receber notas em papel de seus fornecedores, afirma.
Para o coordenador do projeto, o principal motivo para que nem todas as empresas tenham aderido na data estipulada para sua atividade econômica é a falta de uma fiscalização mais rígida pelas fazendas estaduais. Outro problema apontado por Bahia é o baixo valor das autuações em alguns locais.
Na Bahia, por exemplo, onde o coordenador do projeto atua como auditor fiscal da Secretaria da Fazenda, o valor da autuação foi estipulado em R$ 50 por nota emitida em papel. Com o baixo valor, só 40% das empresas locais aderiram ao projeto da NF-e. Para mudar a situação, o fisco já encaminhou uma proposta à Assembleia Legislativa com o objetivo de aumentar a autuação para 2% do valor da cada nota emitida em papel.
A falta de informação sobre a obrigatoriedade não é considerado por Bahia um fator crucial para o baixo percentual de adesão. A nota fiscal eletrônica já vem sendo implantada desde 2006. Já houve tempo suficiente para as empresas se informarem a respeito, diz.
O valor para a implantação do sistema também não pode servir de desculpa para que empresas deixem de se adequar, segundo Bahia. Isso porque, a Receita Federal oferece gratuitamente um software que pode ser utilizado por pequenas e médias empresas que emitem até 400 notas por dia. O download do programa está disponível no www. nfe.fazenda.gov.br.
E mesmo as empresas que precisam de sistemas mais complexos para atender suas necessidades não terão que investir somas vultuosas para aderir ao projeto da NF-e, de acordo com Bahia. Existem softwares que custam a partir de R$ 90 por mês.
Para o coordenador do projeto, ainda falta a conscientização de que a nota fiscal eletrônica não é somente vantajosa para o Fisco. A empresa também ganha muito com sua implantação. Com a informatização, ela reduz seus custos e ganha mais visão do seu negócio, afirma.
Os Estados de São Paulo e Amazonas adotaram algumas práticas peculiares que auxiliaram na alta adesão das empresas. A Fazenda paulista, além de auxiliar a desenvolver o software hoje disponível no site da nota fiscal eletrônica para empresas de todos os Estados, também credenciou de ofício todos os contribuintes que entendeu estarem obrigados a emitir a NF-e, segundo o líder do projeto na Secretaria da fazenda do Estado, Marcelo Alves Fernandes. Isso já resultou em altos índices de adequação, diz.
De acordo com o balanço da Fazenda paulista, nas três primeiras fases de implantação da NF-e - abril de 2008, dezembro de 2008 e abril de 2009 - houve adesão próxima a 80% do total da empresas que teriam que se adequar. Já os dados do último prazo, em setembro deste ano, ainda não foram consolidados. "Mas podemos adiantar que o número de empresas que adotaram o sistema foi muito grande", afirma Fernandes.
Para ele, os setores que estão obrigados a emitir a nota fiscal eletrônica têm sido comunicados com bastante antecedência pelos protocolos de ICMS da Fazenda. "As empresas não são surpreendidas com esses prazos. O credenciamento auxilia na eliminação de qualquer dúvida com relação à sua obrigatoriedade de adesão."
No Amazonas, o principal artifício utilizado para que as empresas passassem a emitir notas eletronicamente foi a parceria com entidades de classe, segundo Luiz Gonzaga Campos de Souza, assessor do secretário de estado da Fazenda. Ele explica que foi criado um fórum de discussões com a participação da Fazenda, a prefeitura de Manaus e diversas associações comerciais e industriais do Estado para esclarecer dúvidas e alertar os setores que serão os próximos a entrar no projeto. "Além disso, o secretário da Fazenda também tem conversado pessoalmente com as empresas que terão que se adequar no próximo prazo para orientar e esclarecer dúvidas", afirma.
O resultado dessa prática já tem se refletido no alto índice de adesão, que está em torno de 90%, de acordo com Souza, se considerarmos o potencial econômico, faturamento e arrecadação das empresas que estão obrigadas e se adequaram no prazo.
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Sistema será aperfeiçoado para coibir fraudes
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Ainda em fase de implementação no país, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) sofrerá as primeiras alterações para aperfeiçoar a fiscalização do pagamento do ICMS. Já está sendo preparada a segunda geração do sistema, que tem como objetivo reduzir as fraudes já detectadas no Brasil com relação à NF-e. Uma delas seria a simulação de uma operação interestadual de venda que, na prática, resulta no pagamento menor do imposto. Nesse caso, as notas são emitidas como se a comercialização da mercadoria tivesse ocorrido de um Estado para outro e não no mercado interno.
O projeto piloto do novo sistema começa em novembro deste ano e será testado no setor de combustíveis do Estado de São Paulo e da Bahia. A previsão é de que o novo programa esteja presente em todo o setor de combustíveis até março de 2010 e, posteriormente, seja estendido aos demais setores da economia, segundo a coordenação nacional do projeto de implantação da NF-e.
Na prática, o que passa a ser evitado com o novo sistema é que uma empresa localizada em São Paulo, por exemplo, envie apenas a nota fiscal para o posto de fronteira de um Estado, sem a mercadoria, para simular uma operação interestadual. Isso porque, o ICMS cobrado no Estado de São Paulo corresponde em geral a 18%, enquanto a alíquota interestadual, quando se trata de operações que cruzam fronteiras, varia de 12% a 7%. Por isso, o novo sistema prevê uma confirmação do recebimento da mercadoria no destino final.
Segundo o coordenador-geral do Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat) e responsável pelo projeto da Nota Fiscal Eletrônica, Eudaldo Almeida de Jesus, esse tipo de fraude tem sido mais intenso em setores que recolhem uma alíquota maior de ICMS, como combustíveis e cigarros. Por isso a iniciativa de começar o projeto piloto pelo setor de combustíveis.
A segunda geração da NF-e deve trazer também uma maior troca de informações entre os órgãos envolvidos na operação, segundo o coordenador técnico nacional do projeto de implantação da Nota Fiscal Eletrônica, Álvaro Bahia. A ideia é chegar a um estágio em que o contribuinte ao adquirir um automóvel novo e licenciá-lo no Detran, essas informações façam parte da documentação eletrônica à qual o fisco já terá acesso e passará a considerar o bem como um patrimônio daquele contribuinte. O Estado também terá essa informação para cobrar o IPVA. "Todo esse histórico poderá ser gerado no futuro próximo, diz.
Ainda dentro do conceito de segunda geração, Álvaro Bahia afirma que coordenação do projeto está desenvolvendo um sistema de rastreamento de mercadorias por meio de etiquetas RFID (identificação via radiofrequência) com as informações contidas no Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Dunfe), utilizado para acompanhar o trânsito da mercadoria. Assim será possível detectar as informações sobre o pagamento do ICMS sem ser necessário vistoriar a carga.
Como o sistema de nota fiscal eletrônica deve sofrer constantes modificações, a consultora tributária da Confirp Consultoria Contábil, Heloisa Harumi Motoki, recomenda que as empresas optem por softwares mais abertos, que comportem novas adaptações. Para Marco Zanini , diretor comercial e operacional da NF-e do Brasil - empresa especializada em inteligência fiscal -, as empresas que adotaram softwares disponíveis no mercado têm, em geral, o serviço de manutenção e de adaptação às modificações incluído no pacote. No entanto, nos softwares desenvolvidos sob medida para uma determinada empresa, essa adaptação dever ser mais trabalhosa e custar mais, afirma Zanini.
Todas essas modificações devem tornar ainda mais rigorosa a fiscalização, segundo o diretor de soluções da IOB, José Adriano Pinto. As empresas terão que se preocupar cada vez mais com relação à qualidade das informações fornecidas, com o intuito de evitar transtornos posteriores, afirma. (AA)
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Contexto
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A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) tem como finalidade a alteração da sistemática atual de emissão da nota fiscal em papel por eletrônica. A documentação armazenada eletronicamente para fins fiscais serve para registrar operações de circulação de mercadorias ou prestações de serviços. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente e pela recepção, pelo fisco, do documento eletrônico, antes da ocorrência do fato gerador. A Nota Fiscal Eletrônica é um dos três pilares do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped ), criado em janeiro de 2007 por meio do Decreto nº 6.022. O sistema, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal (PAC), tem o objetivo de tornar virtual toda a escrituração fiscal e contábil das empresas. O projeto da Nota Fiscal Eletrônica é coordenado pelo Encontro Nacional dos Administradores e Coordenadores Tributários Estaduais (Encat) e foi desenvolvido em parceria com a Receita Federal.
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Fonte: FENACON
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28/09/2009

CRESCIMENTO ECONÔMICO DEPENDE DA INCLUSÃO DA MULHER NO MERCADO

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Peço licença aos queridos leitores deste blog, nada feminino, com sua cor propositadamente rosa, para postar esta noticia. Nós mulheres, cada vez mais estamos ocupando espaços de liderança no mercado. Isto é notório! Mas, confesso a vocês que fiquei um tanto triste ao ver os resultados da última pesquisa sobre os perfis dos profissionais contábeis do CFC na qual foi revelada que a maioria dos profissionais contábeis é do sexo masculino e ainda são melhores remunerados. Mim senti na época em que só existiam profissionais homens e somente estes eram valorizados e reconhecidos. Como resposta a um mundo ainda um tanto machista eu exponho esta matéria.
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Por Roberta de Matos Vilas Boas
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. O crescimento econômico sustentável passa pela inclusão das mulheres no mercado global. A afirmação foi feita pela vice-presidente global de Políticas Públicas e Sustentabilidade da Ernst & Young, Beth Brooke, considerada uma das cem mulheres mais influentes pela revista Forbes, durante um almoço empresarial da Lidem (Grupo de Mulheres Líderes Empresariais). "Hoje as questões relacionadas às mulheres são quase todas tratadas no âmbito dos direitos humanos, e não é disso que estamos falando. A inclusão das mulheres nessa equação tem a ver com desenvolvimento econômico", disse Mulheres líderes A executiva considera que a estratégia de ampliar a participação feminina no mercado de lideranças é de interesse das empresas. "Elas serão nossas funcionárias, nossas consumidoras e nossas líderes. Isso faz sentido, é a coisa certa a se fazer, dá retorno financeiro e é inteligente", afirmou. Citando dados de uma pesquisa mundial, Beth afirmou que as empresas terão o retorno financeiro devido ao fato de que as mulheres que estão no mercado de trabalho reinvestem pelo menos 90% de sua renda na família a na comunidade onde vivem, enquanto entre os homens, esse índice é de apenas 30%, fazendo com que a presença de mulheres líderes torne uma comunidade mais rica e sustentável.
. Lucro, crise e mulheres
. Para a executiva, a principal lição que deveríamos tirar da crise econômica é a importância da inclusão das mulheres no mercado global, para o crescimento sustentável. Segundo ela, empresas com maior participação feminina em cargos executivos apresentaram melhor desempenho financeiro. Mas isso não mostra a superioridade delas, e sim a diversificação que vem ocorrendo no mercado de trabalho. "A mágica está na diferença, nos dois lados como iguais. Grupos heterogêneos conseguem resultados melhores do que os homogêneos", explicou. Porém, Beth afirma que a presença das mulheres ainda é pequena no mercado, citando como exemplo o caso dos Estados Unidos, que possui 1,03 mulheres para cada homem, enquanto no mundo corporativo, essa proporção é de 6,3 homens para cada mulher, o que faz com que aquelas que têm uma carreira executiva sejam vozes isoladas em um universo masculino. Já considerando o dilema feminino de escolhas entre a vida profissional e a vida de mãe e esposa, a executiva afirmou que as pessoas não devem se deixar levar pelas expectativas de comportamento dos outros, em função de papéis sociais. "É preciso mudar a programação e entender que os dois - homens e mulheres - carregam o ônus de cuidar das crianças. Hoje elas não só administram essa responsabilidade, como sabe-se que cai sobre as filhas mulheres o dever de cuidar dos pais, que não é dividido com os filhos homens", afirma. Ao mesmo tempo, Beth considera que essa situação traz uma vantagem para elas, pois, ao lidar com essas cargas, as mulheres se tornam líderes naturais, e também ficam mais abertas a ouvir outras ideias e soluções.
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Fonte: InfoMoney
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26/09/2009

É MAIS FÁCIL TROCAR DE CLIENTE CONTÁBIL DO QUE MUDAR SEU CONCEITO

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Às vezes é preciso tomar medidas drásticas para que a valorização dos serviços contábeis seja alcançada, especialmente quando se trata de ME/EPP. É incrível como aquela empresa que lhe dá mais trabalho: não manda os documentos em tempo hábil e ainda em desorganização é justamente a empresa que não quer pagar os honorários devidamente. É claro que existem as exceções, mas que isto é um casamento difícil de se manter não podemos negar.
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Por: Anderson Hernandes
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. O conceito que um cliente tem sobre sua empresa dificilmente mudará com o passar do tempo. Acompanhei a história de muitos escritórios contábeis e observei que muitos dos que foram constituídos por profissionais liberais, atendendo uma pequena carteira de clientes a anos atrás, se tornaram escritórios maiores, com diversos funcionários e muitos clientes. Porém, dezenas desses que se mantiveram fiéis desde seus primeiros anos e presenciaram o crescimento da empresa contábil, não evoluíram na mesma proporção, e, nestes casos, o conceito que tinham sobre o empresário e sua empresa também não mudou. Exemplificando, se um cliente habitualmente tratava diretamente com o empresário contábil, ele continuará buscando ser tratado diretamente por ele. Se ele freqüentemente atrasava seus honorários, pagava com cheques de terceiros, ou reclamava da fatura, provavelmente também não mudou. Os exemplos são muitos, mas a verdade é que mudar o conceito de um cliente é mais difícil que mudar de cliente. Em um processo de re-estruturação de uma empresa contábil, decidimos separar os clientes de acordo com o conceito e os tratos comerciais que tinham com a empresa de contabilidade. Em seguida criamos uma nova empresa, com um conceito diferenciado, migrando os clientes mais rentáveis para essa nova empresa. Os que ficaram na empresa anterior eram, na sua maioria, aqueles clientes mais antigos, com vícios que os clientes mais novos não tinham. Esses além de pagarem honorários inferiores demandavam maior custo de atendimento, sendo, deste modo, eram menos rentáveis. Os que surgiram após a mudança eram ainda mais diferentes, pois já entravam buscando o novo conceito. Após tudo isso, definimos quais eram os serviços que cada grupo de clientes teria direito, padronizamos os serviços dos clientes que permaneceram na empresa anterior e oferecemos serviços personalizados para aqueles que migraram para a empresa nova. Definimos também quais eram os clientes com potencialidades para migração à nova empresa e iniciamos um processo de conscientização, onde grande parte destes aceitaram serem transferidos. Por último, os remanescentes foram gradativamente sendo dispensados da carteira de clientes. Apesar de esse processo ter sido bem sucedido, recomendo que qualquer estratégia semelhante seja acompanha por um profissional especializado em marketing contábil, pois muitos detalhes dessa estratégia, que não foram mencionados aqui, foram determinantes para o sucesso. Clientes são como um nosso cônjuge. Se no namoro ele tinha problemas de personalidade sérios, era impaciente, compulsivo, brigão, falava sem antes pensar ou passava dias sem conversar, então, depois do casamento muito provavelmente continuará assim. Do mesmo modo é nosso cliente. Assim como é muito difícil mudar uma pessoa, semelhantemente é muito difícil mudar um cliente.
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. Fonte: Revista Contábil & Empresarial Fiscolegis
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“Eu às vezes fico pensando em como seria se os brasileiros falassem. Se protestassem contra o que lhes fazem, se fizessem discursos indignados em todas as filas de matadouro, se cobrassem com veemência uma participação em tudo o que produzem para enriquecer os outros, reagissem a todas as mentiras que lhes dizem, reclamassem tudo que lhes foi negado e sonegado e se negassem a continuar sendo devorados, rotineiramente, em silêncio."


Do livro: O Mundo Bárbaro - Luis Fernando Veríssimo.

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